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   - Soberania Humana (1º Parte)

 

Soberania Humana

 

Os valores sociais e culturais estão ser abalados, revistos, desmontados. De uma forma irradiante, expressa-se no colectivo um ímpeto de analise individual longe da superficialidade sugerida externamente.   Um inicio de introspecção em pequenos aspectos, revelam uma visão em rectificação e assim possibilidade superior que não era presente anteriormente.

 

O aprisionamento fantasma em sugestão, perde a eficácia, falsos credos, credos externos, necessidade de credo próprio começa a desvanecer a ritmos cadenciados de expansão dinâmica.

 

A identificação e o alinhamento pela sociedade deixa de ser sentido como sinal de estabilidade, sucesso, saúde psicológica e física.

 

Um momento no tempo, um momento no espaço, um imagem surge de um homem, um humano Ser para lá do expresso físico. Cardinal material da hiperdimenção, por trás do véu.

 

O humano como O Real Soberano, supremo da materialização e da criação único responsável, independente, livre e sem supervisão superior de mestres ou guias.

 

O humano como colectivo, sabe exactamente o que está a fazer, seja o que doutrinas, gurus, “mestres” internos ou externos, filosofias, trabalhos e estudos recentes ou milenares possam dizer sobre isto, enquanto isolados da voz colectiva e não imersos na mesma até individualidade estar fundida, e mais lógica não haver de falar sobre o Soberano Real Humano.

 

As mais baixas densidades antes estabelecidas, outrora a antiga “materialização” ao que após  o agora soberano da materialização, o humano, "corta" a primordial memória de si mesmo e estabelece no posterior universo, um novo nível da materialização a baixa densidade e vibração, com isto um novo universo paralelo portal de universos físicos, tantos como novos universos não físicos por espelho e simetria triangular.

Esta aparente complexidade, não é se entendido como uma existência, o universo primário origem, que se corta o contacto entrando num sono e sonho, o universo físico, parecendo acordado para entrar numa realidade física “real” onde sonhando-se acordado cria com esses mesmos sonhos os universos habitados paralelos, que podem ser destino tanto como a origem o é.

  

De fora, de forma mais consistente e persistente, presentes outras existências, novas e antigas transpiram pelo “plasma” invisível que em tudo está.

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