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   - Querer; o necessário; e o "trabalho"

 

O "querer" descreve-se em circulo, e o "necessário" em linha recta.

Uma solução para todos os inconvenientes, não é mais que o simples entendimento que, habitualmente achamos necessitar o que queremos e em vez de querer o necessário. Esta perdida formula é a do maior alcance humano, pois enquanto não se tem o que se querer é o argumento geral de motivo pelo qual nada se faz, pois para fazer o melhor temos sempre o necessário. 

O querer não deixa de ser um circulo em volta do mesmo, sem sair do lugar, o necessário é a linha recta que nos leva mais além.

Assim como fazendo o máximo com o que se tem, está-se a fazer o necessário, a espera pelo que se quer para fazer é o tal alienante "querer" que serve de pretexto para não fazer o mínimo necessário.

 

Um trabalho não é definido pela importância que tem, mas pelo empenho de assumir a mais humilde tarefa como importante. Aos olhos do "multi-verso" é certamente mais importante o "lava-convés" que o comandante, pois existe muitos para comandante, mas para limpar o convés é raro. Os desígnios do planeta, não não está na mãos de grandes comandantes, sejam eles políticos ou espirituais, mas sim nas mãos dos limpa convés, dos poucos que existem e se estes aceitaram a tarefa mais importante da galáxia, que é tão simples.

 

Este quadrante está obviamente dividido em dois braços chave da construção do multi-verso. O braço criador e transformador de imagens, e o braço recreador absorvente dessas imagens. Seja lá o que o 1º braço faça, torna-se realidade a certo nível quando o 2º braço (o absorvente) materializa pela simples observação. A expressão é determinante no processo, assim como um bom principio já que é neste que reside a qualidade do fim, tendo o meio como processo.

 

Neste momento, entre o cruzamento de todas as realidade temos discípulos e iniciados nos campos opostos da polaridade original, e em ambos sentidos. A matéria de iniciados, está tão fundida entre as polaridades que a sua separação seria imprevisível para o tecido do multiverso ou de um dos universos.  

 

R. Haesh

 

 

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Copyright © 2009 Ricard Haesh